O zumbido no ouvido, também conhecido como tinnitus, afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. O que poucos sabem é que, em muitos casos, a origem do problema não está no ouvido, mas sim na Articulação Temporomandibular (ATM) e na musculatura orofacial e cervical.
A Relação entre Zumbido e a Odontologia
A anatomia da região craniomandibular guarda uma proximidade estreita com as estruturas do ouvido médio e interno. Essa relação explica por que alterações na oclusão, na articulação temporomandibular e na musculatura mastigatória podem refletir-se na percepção auditiva, caracterizando o Zumbido Somatosensorial.
A literatura destaca que a individualidade do paciente é fator determinante. "Quando o paciente percebe que o zumbido muda de intensidade ao mexer a mandíbula ou o pescoço, há forte indicação de envolvimento musculoarticular na gênese do sintoma."
Sinais de Alerta:
- Zumbido que aumenta ao mastigar alimentos duros;
- Alteração no som do zumbido ao virar o pescoço;
- Presença de dor na face, estalos na mandíbula ou dores de cabeça frequentes;
- Sensação de ouvido tampado (abafamento auditivo) sem causa aparente.
Como é feito o Tratamento?
O manejo do zumbido associado à disfunção temporomandibular é individualizado. A Dra. Carolina Nunes Santos Barbosa, em Brasília-DF, utiliza uma metodologia conservadora focada na descompressão da articulação e no relaxamento da musculatura orofacial.
A literatura destaca que a individualidade do paciente é fator determinante. A literatura destaca que a individualidade do paciente é fator determinante. O plano pode contemplar o uso de placas miorrelaxantes para minimizar a tensão noturna, exercícios de fisioterapia orofacial, orientações posturais e ajustes comportamentais para reduzir padrões de apertamento dental.
Sofre com Zumbido e Dores na Mandíbula?
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