O zumbido no ouvido, também conhecido como tinnitus, afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. O que poucos sabem é que, em muitos casos, a origem do problema não está no ouvido, mas sim na Articulação Temporomandibular (ATM) e na musculatura orofacial e cervical.

A Relação entre Zumbido e a Odontologia

Pesquisas em neurofisiologia auditiva têm evidenciado que a mandíbula e o ouvido compartilham vias nervosas comuns. Por essa razão, alterações na oclusão, bruxismo e tensões faciais podem gerar ou exacerbar o zumbido, condição denominada Zumbido Somatosensorial.

"A resposta do zumbido a estímulos mandibulares e cervicais demonstra que a gênese do sintoma envolve vias neurais comuns ao sistema trigeminal e ao auditivo."

Sinais de Alerta:

Como é feito o Tratamento?

A avaliação do componente somatossensorial do zumbido é realizada pela Dra. Carolina Nunes Santos Barbosa, que atende em Brasília-DF, por meio de exame da ATM e da musculatura craniocervical.

A experiência clínica demonstra que cada caso apresenta nuances próprias. O plano pode contemplar o uso de placas miorrelaxantes para minimizar a tensão noturna, exercícios de fisioterapia orofacial, orientações posturais e ajustes comportamentais para reduzir padrões de apertamento dental.

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